e vamo que vamo!

fevereiro 22, 2010

Gente bonita,

Como foi a ultima reunião? tem algo que eu não posso deixar saber?!

E a nossa pequena-grande ação do próximo sábado, tudo em cima?!

Imagino que será necessário um check list do que temos que levar para dar conta das necessidades (coletivas) como comida, bebida, musica (?), limpeza, lixo e etc.

Abaixo, uma lista inicial:

COMIDA e BEBIDA:

• cada pessoa traz um tanto? (lembre-se de trazer os talheres se sua comida necessitar deles)

• Água (cada pessoa traz uns 2 litros?)

• bebida (quem traz bebida nao traz comida. acho que isso ajuda a equilibrar comes e bebes)

• bebidas 2 (isopô, gelo e cada um traz um tanto de cerveja? boêmios, manisfestem-se!)

• mesinhas (dobráveis, alguem tem?)

• pano para mesa

• cadeiras (de camping, que tiver…)

• copos de casa (se puder trazer um a mais que o seu é gentil, já que
queremos convidar a comunidade e tal…)

LMPEZA (básica) e LIXO:

• sacos de lixo de plástico grandes e resistentes

• jornal velho (tem cocô, lembram?)

• pás

• vassouras

• enxada (ou sei lá o quê, para tirar a grama logo da entrada)

MÚSICA:

• alguém tem uma caixinha de som amigável para ipods?

e por aí vai…

beijocas em todos
Joana

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Canalização, um debate em curso

fevereiro 18, 2010

Olha que interessante esse debate proposto pelo projeto Manuelzão, em MG. Questiona porquê os rios são canalizados, quando seria suficiente que se fizesse isso com os esgotos… Copiei os dois primeiros parágrafos e o link abaixo.

Fernanda

Nos últimos dois séculos, muitos dos cursos d’água que cortam grandes centros urbanos tiveram seus leitos transformados em grandes canais revestidos por materiais resistentes, como pedra e concreto. A canalização foi feita em nome da adequação dos cursos d’água ao crescimento dos municípios. Ao canalizá-los, era possível aumentar as vias de transporte e os loteamentos, além de se eliminar, supostamente, o problema das enchentes, do esgoto e do excesso de lixo.

Essa medida, entretanto, ignora as características naturais dos cursos d’água e, principalmente, o fato de eles serem fundamentais à regulação climática, à biodiversidade, à vida. A canalização é, na verdade, uma máscara para os problemas urbanos. Afinal, é o esgoto que deve ser canalizado e, não, os córregos e rios.

http://www.manuelzao.ufmg.br/folder_atuacao/folder_posicionamento/canalizacao

Mapas

fevereiro 18, 2010

Mapa de 1974 (Geolog) com lotes, construções e curvas de nível nas escalas 1:1000 (tem que plotar) e 1:2500 (cabe no A4).

Mapa 1-2500

Mapa 1-1000

10 táticas para transformar informação em ação

fevereiro 17, 2010

Gotas, para quem se interessa pelo assunto.Beijos, Gabi Contoli

O passado empoeirado

fevereiro 15, 2010

Na última reunião do grupo Memória a Fernanda lembrou do Arquivo São Paulo, onde poderíamos encontrar informações da Lapa e seu passado remoto. Sábado visitei o Arquivo, perto do Terminal Tietê, para vasculhar jornais antigos e pesquisar notícias sobre o rio, a viela, as praças… Infelizmente, só há jornais de bairro da Lapa da década de 80 em diante – mas, para a alegria e perdição de qualquer pessoa que queria pesquisar algo, há também exemplares do Estadão desde 1800 e alguma coisa.

Passei só algumas horas por lá e não encontrei nada de tão relevante. Ainda assim, algo me diz que há algo de valioso em meio aquele monte de papel amarelo e desgastado… Não perca a próxima edição de “O passado empoeirado” (hehe).

André Gravatá

Compartilhando

fevereiro 12, 2010

O grupo de MEMÓRIA se reuniu hoje. Foi uma conversa boa, com muitas possibilidades. Mas tem um pedaço que eu queria compartilhar com todo mundo, porque podem surgir ideias de coisas conjuntas com outros grupos:

– Vamos pesquisar histórias do rio. Onde se pegava lambari, onde um menino morreu afogado, onde se nadava, onde se atravessava o riacho a cavalo. A ideia é, depois, fazer plaquinhas bem singelas, com bem pouco texto, com imagens, e espalhá-las pelo beco. O sujeito vai andando e de repente lê algo como “aqui um dia correu um rio. João da Silva, que hoje tem 89 anos e mora no número 117, um dia pegou 112 lambaris exatamente aqui neste lugar” (pena que o texto é fictício).

– Nosso ideia é usar o piquenique do dia 27 para espalhar 1 ou 2 dessas plaquinhas, para testar o tom, o tipo de texto, a linguagem visual, o próprio suporte e a forma de fixá-lo. Será nosso protótipo.

– Ideias de suporte e formas de fixar seriam ótimas! Precisamos de algo resistente, que dure.

– Também queremos pensar em como expor aquele pedacinho de rio. Até agora, a melhor ideia que tivemos foi pintar a grade de azul. Iluminar a água, talvez? Ou algo mais ousado?

Bárbara, Fernanda, André, fiquem à vontade para registrar suas perspectivas da reunião.

abs

Denis

Inspiração para “poltrona”

fevereiro 11, 2010

Vi essa “poltrona” na rua aqui perto de casa (na Virgílio de Carvalho Pinto, logo embaixo da escadaria que vem da Teodoro Sampaio, aliás vale a pena entrar naquela galeria de fotografia que tem lá). Achei uma boa referência de mobiliário urbano sólido, a prova de chuva, até que bonito, e tão fácil de fazer que até a gente consegue 🙂

Só achei que, se ela fosse um tiquinho mais curta, seria mais confortável.

abs

Denis

Imagine e crie

fevereiro 11, 2010

Espero que possa ajudar nas idéias.

Abraço!

Jonathan Carvalho

Espaços livres no Brasil

fevereiro 11, 2010

DE LARGO A JARDIM: PRAÇAS PÚBLICAS NO BRASIL – ALGUMAS APROXIMAÇÕES

Estudo sobre os espaços livres das cidades, em especial das praças, no Brasil. Por Marco Antônio Silvestre Gomes.

Artigo resultante da dissertação de mestrado “As praças de Ribeirão Preto-SP: uma contribuição geográfica ao planejamento e à gestão dos espaços públicos, defendida no Instituto de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia, em 2005).

Muito interessante.

http://cecemca.rc.unesp.br/ojs/index.php/estgeo/article/viewPDFInterstitial/967/897

Lower Manhattan Sign Project

fevereiro 11, 2010

Usando como suporte placas “comemorativas” ao descobrimento da América, instaladas em postes, esse é o projeto inaugural do coletivo Repo History, de Nova York, cuja filosofia é ” tornar a arte mais acessível ao público”.

Além das placas / cartazes com teor crítico a fatos históricos e sociais pouco memoráveis, o projeto abrangeu ainda  projeto passeatas e tours pelos lugares com instalações. “O que vc conhece do passado? Quantas histórias esse lugar esconde?”

http://www.repohistory.org/work.html

Fernanda

The Story of the Waterfront - Dan Wiley

A primeira casa das almas - Anita Morse, Andy Musilli

O mercado de escravos de Nova York - Tess Timoney e Mark O'Brien